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Tecnologia e ciência se unem: DF aposta em drones e mosquitos modificados para frear a dengue.

  Por Alexandre Barbosa O Governo do Distrito Federal tem reforçado o combate à dengue ao integrar tecnologia de ponta e controle biológico...

 

Por Alexandre Barbosa

O Governo do Distrito Federal tem reforçado o combate à dengue ao integrar tecnologia de ponta e controle biológico nas ações de vigilância em saúde. A estratégia combina o uso de drones para mapeamento de focos do mosquito e a liberação de mosquitos com a bactéria Wolbachia, método reconhecido por reduzir a transmissão do vírus.

Por meio da Secretaria de Saúde, o Governo do Distrito Federal tem empregado drones para sobrevoar áreas de difícil acesso, como telhados, terrenos baldios e espaços abandonados. As imagens captadas permitem identificar possíveis criadouros do Aedes aegypti com mais rapidez e precisão, otimizando o trabalho das equipes de campo e direcionando as ações de eliminação dos focos.

Paralelamente, o DF aposta no método Wolbachia, que consiste na liberação controlada de mosquitos infectados com a bactéria. Ao se reproduzirem com mosquitos silvestres, eles reduzem a capacidade de transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya, sem oferecer riscos à população ou ao meio ambiente. A técnica é considerada sustentável e tem apresentado resultados positivos em diversas regiões do país.

Segundo o GDF, a integração dessas frentes amplia a eficiência do enfrentamento à dengue ao unir prevenção, monitoramento e inovação científica. A expectativa é diminuir a circulação do vírus e, consequentemente, o número de casos e internações no Brasília, especialmente durante os períodos de maior incidência da doença.

As ações seguem em expansão e fazem parte de um conjunto de medidas que inclui campanhas educativas, visitas domiciliares e reforço na assistência à saúde, consolidando uma abordagem mais moderna e estratégica no controle do mosquito transmissor.

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